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Problemas auditivos causam fadiga e baixa disposição

Fadiga severa e problemas relacionados à disposição são comuns entre os não usuários de aparelho auditivo que procuram ajuda para solucionar essas dificuldades, segundo estudo.

As pessoas que buscam ajuda relacionada à dificuldades auditivas são mais propensas a sofrer de fadiga severa e problemas de disposição, revela estudo. E isso comprova, por si mesmo, as sensações que elas têm de baixa disposição.

O estudo revelou que adultos que procuram ajuda para dificuldades auditivas são mais propensos a relatar baixo vigor e uma escala menor de aumento de cansaço, comparado com a população em geral. A fatiga severa, na verdade, foi o dobro mais elevada no grupo de estudo.

A inexistência de correlação do nível de perda auditiva

O aumento de risco de fadiga severa e problemas de disposição parecem não estar relacionados com o nível de perda auditiva, o que significa dizer que perda auditiva leve pode causar as mesmas sensações de baixa disposição e perda auditiva severa. O estudo conclui que “as consequências negativas psicológicas e perda auditiva estão fortemente associadas com avaliações subjetivas de fadiga, em todos os domínios e disposição.

Aparelho auditivo pode ajudar

O uso de aparelho auditivo melhora a qualidade de vida na maioria dos casos e reduz impactos negativos de perda auditiva. Vários estudos têm revelado que aparelho auditivo melhora a qualidade de vida da maioria dos usuários. O estudo revelou que usuários de aparelho auditivo desfrutam melhor de sua saúde que os não usuários. Pessoas que usam aparelho auditivo afirmam também que se sentem menos cansadas e exaustas. Os maiores efeitos positivos causados pelo uso de aparelho auditivo estão relacionados à vida social dos usuários, ao participarem em atividades de grupo, e nas relações familiares.

Sobre o estudo

O estudo foi realizado por pesquisadores do departamento auditivo e ciência da fala, da Universidade Vanderbilt nos Estados Unidos, Department of Hearing and Speech Science, Vanderbilt Bill Wilkerson Center. No estudo foram analisados os resultados de 149 pesquisas dos participantes com a idade média de 66 anos, os quais foram consultados acerca de suas dificuldades auditivas.



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